Além
das palestras, conferências e comunicações, destacaram-se
no evento as intervenções de empresas, organismos públicos
e associações da sociedade civil organizada, na forma de
painéis.
A
intervenção desses diferentes atores da reconstrução de
Angola marcou o importante ponto de convergência entre o
falar teórico (propositivo e reflexivo) e a falar pragmático
proposto nos objetivos do evento. Destaca-se no quadro dessas
intervenções a presença da British Petroleum (BP-Angola),
que trouxe ao Fórum quatro dos seus executivos angolanos para
promover importantes ações de conhecimento e reconhecimento
dos quadros angolanos no Brasil, através de uma exposição
permanente e de um cadastramento espontâneo de potenciais
candidatos ao seu quadro de técnicos e profissionais em
Angola.
Das
26 empresas e organismos convidados do Brasil e de Angola,
apresentaram ainda painéis a Fundação Eduardo dos Santos - FESA
(“Perspectivas de desenvolvimento social e humano em
Angola: Saúde e Educação”), a Aliança para o
Progresso das Populações de Angola – Pró-Angola
(“Justiça social e desafios do desenvolvimento sustentável
e inclusivo de Angola”), o Centro de Estudos e Programas
de Desenvolvimento Sustentável – CIEDS (“Justiça
social e desafios do desenvolvimento sustentável e inclusivo
de Angola”), o Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento – PNUD-Angola (“Desafios
angolanos para o combate da fome, da pobreza e da miséria”)
e o Centro de Defesa dos Direitos Humanos dos Refugiados – CEDHUR
(“Desafios da reintegração dos refugiados angolanos”).